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HOMENAGEM




Com uma carreira de mais de quatro décadas, Mercedes Sosa foi uma das vozes mais representativas da música popular argentina e da América Latina.Nos deixou um legado extenso discocráfico e a saudade de sua presença.

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O último ato de Olga Reverbel
Teatro do Rio Grande do Sul perde uma pioneira no ensino da arte dramática
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Referência histórica do teatro gaúcho, a professora Olga Reverbel faleceu às 2h10min da madrugada desta segunda-feira, aos 91 anos. Internada havia duas semanas na CTI do Hospital de Caridade de Santa Maria, em decorrência de uma infecção, Olga estava inconsciente e no domingo teve falência do sistema renal.Nascida em São Borja e criada entre Uruguaiana e Santana do Livramento, Olga tornou-se professora de teatro seguindo uma vocação manifestada na infância, quando fazia pequenas encenações na loja do avô, em Uruguaiana. Aos 23 anos, mudou-se para Porto Alegre para estudar no Departamento de Arte Dramática (DAD) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em 1941, casou-se com o jornalista e escritor Carlos Reverbel (1912-1997), autor de livros como Barco de Papel (1978) e Um Capitão da Guarda Nacional (1981).Ainda na década de 1940, o casal morou em Paris, onde Olga estudou na Universidade Sorbonne. Nos anos 1980, já de volta a Porto Alegre, a professora consolidou sua Oficina de Teatro, uma das pioneiras no ensino da arte dramática, que recebia alunos de diferentes idades, da infância à terceira idade. Como atriz, teve incursões pelo cinema no longa Noite (de Gilberto Loureiro, 1985), inspirado no romance homônimo de Erico Verissimo, e no curta Quadrilha (de Mariangela Grando, 1999), em que atuou ao lado de Carmen Silva (1916-2008).Autora de livros voltados ao ensino de teatro, como Jogos Teatrais na Escola (1996), e textos dramatúrgicos, como A Chave Perdida (1997), Olga lecionou até o final da década de 1990. Um tanto abatida pela perda do marido, decidiu fechar a casa da Rua Coronel Bordini, em Porto Alegre, onde viveu por mais de quatro décadas com Carlos, e em 2000 foi morar em Santa Maria, cidade na qual reside a filha única do casal, a artista plástica Beth Reverbel de Souza. A neta Juliana conta que, nos últimos dois anos, a avó vinha reduzindo suas atividades:– Ela andava só lendo e vendo TV, estava meio muda. Estava cansada há horas e parecia meio entediada.Olga deixa, além de Beth e Juliana, outros dois netos, Carlos Eduardo e Maria Luiza, mãe de seus dois bisnetos: Lucca e Joana. Olga morreu na madrugada de ontem, em decorrência de uma infecção

ZÉLIA GATTAI VIROU ANJO



A escritora Zélia Gattai Amado, 91 anos, morreu na tarde deste sábado.

Viúva de Jorge Amado estava hospitalizada há mais de um mês.

Biografia

Zé­lia Gattai e Jor­ge Ama­do vi­ve­ram jun­tos por 56 anos. Aos 91 anos, ela ocupava des­de 2001 a mes­ma ca­dei­ra 23 que foi de seu ma­ri­do por 40 anos na Aca­de­mia Bra­si­lei­ra de Le­tras, ti­nha três fi­lhos e no­ve ne­tos. O casal se conheceu em 1945. Foram apresentados pe­lo gaú­cho Apa­rí­cio To­rel­li, o Ba­rão de Ita­ra­ré, du­ran­te uma fes­ta. Jorge Amado foi o segunda marido da escritora. Jor­ge Ama­do já ha­via pu­bli­ca­do al­gu­mas das obras que o con­sa­gra­ram, co­mo Ju­bia­bá, Mar Mor­to, Ca­pi­tães de Areia e Ter­ras do Sem Fim. No mes­mo ano, os dois fo­ram mo­rar jun­tos. A carreira de escritora começou nos anos 1970. Por in­sis­tên­cia da fi­lha Pa­lo­ma, Zé­lia co­me­çou a es­cre­ver suas me­mó­rias. Nas­ci­da em São Pau­lo em 1916, Zé­lia era fi­lha de dois imi­gran­tes ita­lia­nos.

A obra

> Anar­quis­tas Gra­ças a Deus, 1979 > Um Cha­péu Pa­ra Via­gem, 1982 > Se­nho­ra Do­na do Bai­le, 1984 > Re­por­ta­gem In­com­ple­ta, 1987 > Jar­dim de In­ver­no, 1988 > Pi­pis­tre­lo das Mil Co­res, 1989 > O Se­gre­do da Rua 18, 1991 > Chão de Me­ni­nos, 1992 > Crô­ni­ca de uma Na­mo­ra­da, 1995 > A Ca­sa do Rio Ver­me­lho, 1999 > Cit­tá di Ro­ma, 2000 > Jo­nas e a Se­reia, 2000 > Có­di­gos de Fa­mí­lia, 2001 > Um Baia­no Ro­mân­ti­co e Sen­sual, 2002 > Me­mo­rial do Amor, 2004> Va­ci­na de Sa­po, 2005

Fonte: ZEROHORA.COM

Homenagem


SÃO PAULO (Reuters) - O ator Paulo Autran, que ficou conhecido como "o Senhor dos Palcos" devido à extensa carreira nos teatros do país, morreu aos 85 anos nesta sexta-feira, em São Paulo, informou o Hospital Sírio-Libanês, onde ele estava internado.

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